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Sobre sexo e meninas invadidas

O que é que passa então nos tecidos da pele da mulher, da menina, devo dizer até? Sente medo. Desejos. Prazeres e desassossegos. Às vezes, se pode pensar que na pele de qualquer moça, essas sensações se escorrem. O que seria loucura é dizer que elas sentem e se comportam do mesmo jeito dentro dessas sensações. A menina, que era menina ainda, tinha idade de mulher jovem. Desejos de mulher jovem, mas, marcas de feridas imensas. E o sexo que há meses atrás fora amigo, natural, fácil e bom, agora lhe assustava. Pensava que seria fácil, que estar com quem se ama fosse o suficiente pra espantar os fantasmas... As marcas, os medos... Tentava, mas, não conseguia soltar os dedos, os desejos, os lábios. Existem terapias que ajudam a mente. Mas quem pode conversar com a pele?

"Quero uma garota que já tenha sexperienced" (C.G)

Capítulo II - das incertezas O piso estava até mais gasto do ir e vir constante de Heloiza. Pensava em como seria esse encontro. Sofi, não lhe disse que a queria afetivamente, foi clara; - quero me dar pra você. E das vezes em que se atirou, tinha sido pontualmente sexual. Então seria isso. Viajaria. Encontraria a amiga e comeria ela. Pronto, sem afetos, sem mimimis, sem mor pra cá e pra lá. Seria um lance de carne, corpo. Tesão, sexo. E só. Concluiu isso, mas ainda estava desconfiada. Sofi era uma menina toda romântica, doce e embora gostasse muuuuito de sexo, será que ela entenderia? Será que era só isso que ela queria mesmo? Por mais que se esforçasse, Helô não conseguia ter certeza. Disse pra si mesma; - Relaxa Heloiza, ela disse eu quero me dar pra você, então fica calma., o que ela tiver pra dá você pega e aceita.

"Quero uma garota que já tenha sexperienced" (C.G)

Capítulo I - das desconfianças “adoro quando você está assim toda dada” Sofi, não conseguia tirar a frase da amiga da cabeça. Será que ela nunca conseguiria entender que ela estava se atirando desse jeito exatamente por não ter se dado? Era urgente. Ligou pra amiga. -Helô, você vem? – Claro, as passagens estão compradas, porque a dúvida? - Sabe sobre aquilo deu estar toda dada? -  Sei. O que tem? - É que eu quero me dar pra você. (silêncio) Sofi, nem se quer conseguia respirar. Os minutos seguintes, pareceram uma eternidade. - Ei, só tem uma coisa que eu faço questão? - O quê? – Sofi perguntou desconfiada. - Quero despir você, então nem pense em si atirar em mim sem roupa! - Boba, eu não irei nua pro aeroporto Helô. - Ótimo, então me espera com uma faixa bem grande, escrito em letras azuis; - Degusta-me! E elas riram sossegadamente da ideia travessa da amiga.

Dentro de casa

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Capítulo VI – O que ficou Toda a calma e paz que aquele jardim transmitia, saiu caminhando atrás dos passos das duas meninas, tão jovens e tão fortes dentro de si mesmas. A Sra. Que por sua vez, se encontrava sozinha e receosa pelo que encontraria dentro da caixinha amarela, limitou-se a se sentar no banco salpicado de rose e depois de vários segundos se passarem, criou coragem para abrir a caixinha – que talvez fosse o grande tesouro da filha que perdeu para si mesma. Retirou a tampa devagar, sentido uma enorme tristeza. Ali dentro, encontrou algumas fotos envelhecidas, suas mãos tremiam quando pegou uma delas, onde um bebê bonito e loiro sorria. Remexeu toda a caixa, observando com atenção cada detalhe das fotografias. No fundo da caixa, encontrou um bilhete. A caligrafia redonda e muito clara deixava as certezas do quanto fora difícil escrever aquele bilhete, todo manchado com algumas lágrimas. Dizia simplesmente: - Tive eu, que aprender a viver s...

Dentro de casa

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Capítulo V – A missão - Preciso te entregar isso... - Me entregar? Você me conhece então, querida? - Sim... Mamãe! E eu sei há muito tempo que você mora aqui Na outra extremidade do jardim, a irmã, mantinha os olhos grudados nas duas, como quem assiste a um grande espetáculo. - E sabe o que mais? - A voz de Nana se torna levemente irritada - Eu não preciso de você, não preciso que cuide de mim, apenas preciso te entregar isto. - E colocou rispidamente a caixa entre as mãos da mãe, que perdera a serenidade do outro momento e se mostrava surpresa e emocionada. Nana, girou o corpo e começou a andar rapidamente em direção as cerejeiras, com a esperança de que a irmã, ainda a esperasse ali. Abraçou a única pessoa que te dera apoio por toda a sua vida, sua irmã querida, e as duas foram caminhando de mãos dadas para longe daquele lugar. Primeiro de Muitos – Por Clara Doce histeria e Tati Tosta [re]construções

Dentro de casa

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Capítulo IV – O Encontro Nana permaneceu deitada sobre a grama durante todo o resto da tarde, acabou adormecendo ali, misturando-se dentro de si suas ânsias e receios. Na viração do dia despertou com as mãos de uma senhora a afagar-lhe os cachos dos cabelos. Seu rosto tranquilo e seu sorriso suave transmitiam-lhe uma paz inumana. - Olá, minha querida, perdoe-me o atraso de tantos anos. Deixe-me cuidar de você. O que há na caixinha amarela que você não larga de nenhum jeito hein querida? Nana, ainda meio sonolenta sem se lembrar muito bem o que estava fazendo ali, sorriu com suavidade: - B-bem, é um segredo... - Eu tenho muitos segredos para lhe contar, amarelo é minha cor preferida. Nana ficou sem palavras, se sentia tímida sendo abordada assim tão espontâneamente. Levantou-se, arrumou o cabelo e a saia devagar, aprumou-se. Pegou a caixinha com certa hesitação e estendeu-a para a mulher. Primeiro de Muitos – Por Clara Doce histeria e Tati Tosta...

Dentro de casa

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Capítulo III – A cúmplice Logo identificou a silhueta familiar vindo em sua direção. Sorriu por dentro, aliviada enquanto sua irmã - cúmplice se sentava ao seu lado: - Está tudo aí dentro? - Sim está! Mas não sei se devo, sabe. -Bem, é agora ou nunca... Deixe-me ver? - Abriu um pouco a tampa e espreitou pela fresta - Acho mesmo que seria importante fazermos hoje - continuou - Você não está cansada de esperar? - Acho que sim, estou cansada. Mas isso não justifica minha decisão - talvez, eu devesse esperar um pouco mais - Mirou as águas do lago mais uma vez, como quem observa uma cachoeira de imagens, lembranças. A irmã entortou o lábio em sinal de impaciência. Conhecia Nana muito bem para saber de sua teimosia irrefutável. Além do mais, percebeu que ela estava prestes a chorar. Pensou se deveria puxar assunto sobre as cerejeiras lindas daquele ano, ou se deveria ir embora. Levantou-se em silêncio, olhou as nuvens por um instante curto e por fim falou; -...

Dentro de casa

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Capítulo II – A caixa - Aqui - cap. I A vida tão inundada de cores e sabores parecia que estava a lhe pregar peças. Já se passaram mais de 15 anos e ela ainda revive as mesmas cenas. Sem querer, ela começa a sonhar acordada e as lembranças tomam conta de sua mente e de seu coração. Uma tristeza pequena e persistente passa a coexistir naquele banquinho simples. Recortada pelas frestas do assento, a caixinha amarela que trouxera repousa tranquilamente na grama como que à espera de seu destino. Lança os olhos para longe das águas do lago, mantendo as pupilas encharcadas que insistem em vazar suas sensibilidades e emoções internas. Encara a caixinha amarela, como quem olha para um espelho – se vê. Riu-se da ironia, pois era ela a senhora do destino naquele dia. Talvez não fosse tão certa quanto ao destino que a caixinha merecia. Olhou mais uma vez para os marrecos e sorriu. Haveria de ter outras alternativas melhores do que as primeiras pensadas, talvez ela devesse esper...

Dentro de casa

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Capítulo I – O jardim Era primavera, as árvores no jardim de cerejeiras cintilavam em rosa, vez ou outra, tons esbranquiçados passavam por elas. Nana, sozinha num banco salpicado de rose, divagava sobre os piqueniques que seriam possíveis sobre aquele gramado verdejante que a cercava. Imaginou dezenas de toalhas xadrezes espalhadas sob as sombras coloridas, crianças correndo, walkmans e cheiro de hambúrguer. Ouviu um marreco cantar ao longe e por um instante, agradeceu por aquele lugar ser ainda ermo e, de certa forma, um segredo seu e de seu silêncio. Puxou e soltou o ar seguidas vezes, inalando o cheiro suave que infestava todo o lugar e lançou os olhos ao céu que se estendia todo deslumbrante acima de suas madeixas. Prendeu-se ali por alguns instantes se deixando atingir pelo vento leve e a beleza das nuvens que formavam carneiros e construções. Fechou os olhos. Por um momento, a lembrança do que viera fazer ali turvou um pouco seu espírito tão cativado pela ...

E o que existe dentro da vida, que exista fora das palavras?

Capítulo IV - Final - Leia: I II III A verdadeira história - que os homens não contam Era uma vez um homem sem nome que vivia sozinho em seu universo/mundo mágico e inteiramente farto de palavras. Certa manhã enquanto contemplava as histórias que as palavras desenhavam diante dos seus olhos – Resolveu por sua vez, que iria inventar/criar/escrever – sua própria história. Com os dedos longos, manuseou a pena e riscou: A Menina das palavras – A Flor e o Giz E foi botando na história da Menina as coisas mais bonitas e prazerosas que ele a pudesse oferecer. Durante muitos anos, ele tratou de preparar as condições ideais para que enfim pudesse ler a sua história em voz alta e trazer a existência física, a tal Menina das Palavras. Trabalhou por séculos, não queria nada imperfeito para quando ela chegasse. E então no dia nove de setembro de 1990 – veio a existência humana a tal Menina. A Menina vai respirando e dissolvendo feito Giz, a alma vomitando as palavr...

E o que existe dentro da vida, que exista fora das palavras?

Capítulo III - Leia: I e II Nem todos os homens contam A escrita veio a desabrochar dos dedos dos homens bem depois da criação do mundo – Mas as palavras – ainda que não fossem riscadas por dedos humanos – sempre esteve viva, presente na história. Seja em lábios ou em livros, sempre esteve viva e sendo usada pelo tal homem sem nome. O homem que até hoje, tenta ensinar a suas criaturinhas humanas o quanto usar das palavras é algo poderoso. Se eu invento – Então existe. Se você acredita – Então é real/verdadeiro As palavras estão aqui; Use-as Dê vida ao que ninguém fez nascer ainda – Pinte seus mundos/seus cenários, borde as suas crenças. Pessoas lindas, espero que estejam gostando e compreendendo tudinho, na próxima semana será postado o capítulo final. Beijos doces a todos e obrigada pelos comentários e visitinhas mudas também.

E o que existe dentro da vida, que exista fora das palavras?

Capítulo II - Leia aqui Cap. I E continuam contando O homem sem nome e sem idade deu vida através das palavras, e permitiu a sua criatura conhecer e usar como linguagem as tais palavras. Há palavras que fazem bem, que transmitem a paz, ou que geram esperança, palavras que encorajam, transformam e que vivificam... Do mesmo modo existem palavras que aborrecem, entristecem e que geram desavenças/discórdias, que matam. O homem sem nome criou as palavras e as entregou ao homem/sua criatura, para que ele as usasse da maneira que lhe fosse proveitoso. Tendo todas as palavras em mãos – O homem criatura – as distribuiu conforme achou que combinasse a cada detalhe da criação. E foi assim que as coisas ganharam nomes e as palavras um significado mais direcionado, embora ainda em essência, mantenham-se as mesmas. Eis o II capítulo - E respondendo ao comentário da Laura a ideia dos primeiros capítulos é exatamente a de trazer as imagens de Gênesis/a criação. Agradeço a todos...

E o que existe dentro da vida, que exista fora das palavras?

Capítulo I A história que os homens contam Era uma vez um homem sem nome e sem idade, que vivia em dias onde não havia horas ou qualquer tempo que fosse findar. Certo instante decidiu dar início a uma criação. E então criou, deu vida ao universo, e isso fez, fazendo uso das palavras. E disse: Haja luz. E houve luz. [ Não posso falar sobre palavras, sem falar da minha vida, então será um conto curto - postado todas as quintas feiras - começando hoje e terminando na ultima quinta do mês... Espero que gostem é sobre essa coisa de vida, palavra e eu... Beijos e obrigada pelo carinho de todos.]

E o que existe dentro da vida, que exista fora das palavras?

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--> Desde que me lembro estar viva/ser um ser que respira, me vejo rodeada de palavras. São elas que nos permitem a comunicação, seja escrita, seja falada, gesticulada ou lançada através de olhares. A palavra é que torna o homem, homem. Que faz do sentimento, sentimento e de tudo que chamamos de nossa vida, uma história individual que compõe a grande história da existência humana. Com o tempo, conforme crescemos e nos tornamos o que queremos ou dá pra ser, passamos a perceber que o dicionário é na verdade, uma simples amostra do que as palavras podem ser e não do que elas são na sua totalidade. Notamos que nos homens sempre existem detalhes a serem descobertos e notados e que por conta disso, ele não pode ser definido/explicado por inteiro e que as palavras por sua vez, também não podem possuir apenas um significado exato, existe sempre um leque de detalhes a serem descobertos/sentidos, e talvez mencionados. Desde a minha meninice eu convivo com esse universo das letras...

Tentativa de Conto erótico - Ultimo capítulo

Para que não leu os capítulos anteriores : I II III IV O Amor é uma cena cotidiana, em todas as suas fases e faces "Mas o poema acenou pra acordar nosso amor. Quando a noite me revela, sou eu e ela, eu e ela, eu e ela" Eu e ela Vander Lee Os movimentos dele eram calmos e suaves. Não apresentavam pressa. Despreocupado e de forma doce ele se permitiu passear pelas minúcias que desenhavam o rosto dela. Suas mãos pareciam saber exatamente o que fazer; como tocar/onde/ para provocar o quê e ao mesmo tempo, seus olhos e as reações do seu corpo eram novas e díspares, como se ele tateasse uma face desconhecida Com os sentidos embriagados com a fragrância da pele, o menino ia se deixando levar pelo calor de tudo que ela o provocava simplesmente por estar ali, próxima, alcançável. Seus olhos permaneciam fascinados com o rubro da pele da menina Recostou a cabeça entre o pescoço dela e com sussurros calmos e descompassados, foi permitindo que os lábios proferissem palavras sinceras q...

Tentativa de Conto erótico - Cap. IV

O menino, sem jeito, mas satisfeito com o momento e as palavras doces da sua menina, soltou as amarras invisíveis que mantinha em si mesmo, assim, deixou o corpo solto. Com as mãos livres e os desejos mordendo o seu cerne foi deslizando os dedos suavemente pelas bochechas avermelhadas da menina e com os olhos maravilhados, se deliciava ao ver a face rubra, os olhos brilhando e os lábios abertos em um sorriso tímido de prazer, enquanto após as bochechas ele deslizava os dedos suavemente, descendo pelo pescoço Pouco a pouco ele caminhou delicadamente. Como um caminhante que segue em passos vagarosos. Caminhou percorrendo todo o corpo, seu toque era tão doce/suave e sutil que mais parecia o vento, passeando em cada centímetro do corpo da menina. Assim, ele foi decorando em seus próprios dedos cada detalhe que compunha os centímetros perfeitos do corpo dela. Sem deixar passar nenhum detalhe, tocou-a amavelmente durante as horas que passavam sem serem nem notadas Ela por sua vez, permitiu q...

Tentativa de Conto erótico - Cap. III

Suas mãos estavam trêmulas. Quando afastou a face para poder contemplar o rosto dela com mais clareza, seus olhos revelaram todo descompasso de seu coração e seus lábios emitiram um sorriso sincero, repleto de fascínio. A pele branca e delicada estava por completo enrubescida, e ela sorria com os lábios vermelhos e fartos de desejo por ele. Embora aquela fosse talvez à vigésima vez que ele a contemplava desse modo, nunca perdera o encanto por todos os detalhes que compunham aquela aquém ele graciosamente chamava de ‘Amor’ de ‘Meu Amor’. Passeou os dedos pelas pálpebras, sentindo o pulsar dos olhos, deitou a palma das mãos na bochecha direita e segurou maciamente. Vidrado. Fascinado. Ela sorriu mais abertamente. Deslizou os dedos pelo braço de apoio do menino, percorrendo suavemente o caminho que levava até o seu ombro. Pousou a mão em seu pescoço. Acariciou suavemente a nuca e o puxou mais pra perto de si. Perto, mas não o suficiente para que se tocassem. O manteve ali, próximo. ...

Tentativa de Conto erótico - Cap. II

Deslizou os dedos, contornando suavemente o sorriso tímido que dançava na face dela, perdendo o compasso da própria respiração, permitiu que seus olhos pregassem aos dela e fechando os olhos, sentiu não só a respiração descompassada da moça, mas todo o calor de sua face rubra. Sorriu com os olhos fechados e pregou a mão dela em seu próprio peito, fazendo-a sentir todo desespero de seu coração. - Eu sei que eu não fico vermelho, enquanto minhas bochechas também se tornam mornas com o calor do que você me provoca. Mas sente. Estamos no mesmo tom. No mesmo descompasso. Ele balbuciou com os olhos fechados. Tendo ainda, as mãos dela em seu peito que mantinha o desespero, parecendo querer sair de dentro dele. Ela por sua vez, manteve as pupilas abertas, contemplando os desenhos das expressões que passavam na face dele. Com a mão que estava livre, tocou-lhe as maças do rosto e sentiu o calor dos poros, a pele estava até úmida, pelas tantas provocações que percorria todo o corpo naquel...

Tentativa de Conto erótico

. Desde que se viram apaixonados, aquela amizade bonita que cresceu junto deles na infância se transformou em um amor vivido com o corpo. Há quem diga que não se amam, porque amor mesmo é coisa pra adultos velhos com mais de 30 anos e, além disso, ainda insinuam que o amor mesmo, não permite essas coisas do corpo. O que ninguém consegue perceber é que o amor sem corpo, não se expressa de forma nenhuma. É preciso os lábios para pronuncia de palavras macias e sinceras, lançadas como declarações de amor/encanto/desejo... Ao mesmo tempo em que eles são necessários no corpo... Escorregando no corpo Sentindo. Beijando. Mordendo... Sorvendo gostosamente entre as horas que passam . E é preciso bem mais do que lábios, palavras, beijos e mordidas. É indispensável à presença das mãos... Mãos que deslizam sobre a face, desenhando os detalhes do rosto, que brincam com os dedos da outra mão enquanto passeiam por aí sem pretensão... Que percorrem os braços e todos os traços do corpo... Que a...