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Mostrando postagens de fevereiro, 2009

Sina e Sombra

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‘ Em um dia nasço dúvida, noutro, sou resposta! E nessa sina sigo, sendo resposta a tua dúvida e indago à minha nota.’ Vasculho uma, duas, três, quase cem vezes. Ele realmente arredou pé. Gostaria de saber onde está ao menos por agora. Foi-se tão firme no passo, que nem rastro deixou para que eu, o encontra-se pelo olfato ou pelo fato dele ser mais descuidado do que eu. Em sua ânsia e inquieta ambição nem pensou no quão só eu seria, o quanto careceria dele, de sua presença me deixando aturdida, me fazendo mais vagarosa do que de costume[embora eu muito, do natural, já seja]. Enfadada de caçar abrigo nos braços invisíveis de meu travesseiro, levantei-me pela 5° vez[talvez], e me dirigi com pesar até o lavabo. Desejava conseguir vomitar, mas não continha nada dentro pra cuspir e só meu corpo estremecia e gritava. Tornei ao quarto quente e embebido do suor que se expelia de meus poros, rendi-me ao vago enlace e lancei-me ao sofá. Botei os sonhos do garoto Zezé do Vasconcelos entre as pern

Rê[paro]

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Os movimentos precisos das pernas organizavam o andar dela Indo e vindo quase desfilando sobre o plano cimento que compunha o pátio escolar, Olhares direcionados Sorrisos quase mecânicos Mais ainda assim Muito seus. Brincadeiras à toa de criança ainda pequena que aprende o B-A-BA- diário sem muito comentar, Mas havia algo Uma sombra expressa no oculto Uma sombra espessa Uma onda sombria Quase minha, Escondida pelos lábios enquanto ela sorria E pelos olhos, quando esses recuavam Uma onda triste, um lamento Um murmúrio pra dentro. Infestou-se de medo, coração meu. Quem disse que os meus olhos se topariam ao seu? Impossível suportar Tanta dor, tanta tristeza E ela Sorria ainda, Brincava como criança que engole o B-A-BA- diário sem reclamar, Ela entrou pra sala, Eu não entrei. [Sobre algumas noites. T.T.A]

Desejos

Pouco nos falamos[isso é um fato fácil de ser notado]. E quando falamos. Vem logo desejos. De que o dia seja bom, a noite inundada de sonhos lindos E o amanhecer. Pontual. Incrível. Quando peço pra você e pro céus que você não Perca hora[o ônibus]. Vejo-te pela manhã[linda como sempre]. Nunca me vês[isso é fácil de se dizer]. E ainda pergunto-me. Onde é que está à força da atração? Do Universo respondendo a petição? Incrível. Mas eu sempre te vejo.

O Poeta Cospe Versos.

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Dons e Dons... dororons. . . Enquanto no relógio tic tac faz, . . meu peito se refaz e se desfaz . . E disfarçadamente . . Amo-te mais.