terça-feira, 30 de junho de 2009

Ao redor do Umbigo

A agulha rompeu o tecido, o fez com esforço
Isso devido à semelhança entre a pele da carne e o couro de porco.
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Muito depois do ato cometido, aconteceu o inevitável,
Lançado o corpo à água
Aquele pequeno princípio de rasgo rompeu-se por completo.
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Enquanto as seqüências das horas escorriam através dos ponteiros do relógio, Fora do corpo a vida seguia o seu rumo,
Muitas vezes sem jeito, deixando descomposto o rosto todas as vezes que as mãos deles ou delas deslizavam ao redor daquela antiga fresta de cratera,
Causando ao corpo sensações inviáveis,
E ao outro, revelação notável sobre o quanto a vulnerabilidade acontece em uma região tão pequenina dela,
Quase corriqueiramente se comete o ato que se não fosse pela reação causada, despercebidamente passaria
Tal efeito.
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[nota dedicada as tuas agunias Kel.]

4 comentários:

Angélica disse...

ti lindo - mas nao é arrepio é agunia.... rsrsrsrs amo vc ...

Tati Tosta disse...

Agunia...uia.
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melhor que arrepio.vou arrumar.
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amo você.

.LuC disse...

Sem palavras...

Dayane disse...

nehhh kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk