domingo, 8 de março de 2009

Missa do sétimo dia


O corpo inundado de uma brandura semi nua, se repelia todo enquanto os pensamentos vasculhavam as estranhas lembranças em busca de razões, de explicações plausíveis pra existência de todas aquelas sensações novas que inundavam seu corpo,
.
O relógio gritava os segundos aos tímpanos como se esse fosse surdo, e insistentemente o tic tac continuava, essa era a única música que compunha os ruídos barulhentos da sala
.
Vozes murmuraram soluços, e como quando a noite cai, a luz toda se fora, as vozes cessaram e as lembranças inquietas o abraçaram todo.
.
Sete dias depois descobriram, era apenas sonífero.

Um comentário:

Lari disse...

Sobre alardes e precipitações.

Ouvindo - Trocando em Miúdos - Chico Buarque